segunda-feira, 4 de abril de 2016

Aracaju - SE - Rapidinho :)

Era uma vez... um dia em Aracaju-SE.
A capital mais fofinha do Nordeste. :)


Começamos o dia no parque da cidade. 
Existe um teleférico bacana que cruza todo o parque. 
Já fui várias vezes, mas desta vez subi ao mirante de carro.

Imagem de Nossa Senhora da Conceição


Fomos as primeiras a chegar.
Sem concorrência pra fotos.

Por azar, o mato estava enorme e não deu pra ver nada do que o mirante oferece.

Apareceu um velhinho reclamando do mesmo motivo e ele resolveu nos acompanhar na pequena trilha até onde partem (segundo dizem) vôos de asadelta.


O velhinho era um turista de Minas Gerais, muito simpático e, nos 20 minutos que ficamos juntos, contou sobre várias viagens legais que ele fez.
Minha meta de vida é chegar na terceira idade deste jeito. Viajando e feliz.





Mainha dando mau exemplo...



Descemos o morro e fomos até a entrada do zoo.
Como não curto animais enjaulados (incrível como as pessoas mudam), dei uma olhadinha nos patinhos livres e fomos embora.




Havia um ônibus escolar chegando e o ambiente parece ser bem organizado pra molecada.



Seguimos para o Mercado Municipal de Aracaju.
Com uma certa dificuldade para estacionar, pois fica bem no Centro da cidade.


É o point das comprinhas e lembrancinhas.
Estava bastante tranquilo, o que foi ótimo.
Numa outra visita que fiz, o movimento era mais intenso.





Ponte Construtor João Alves láaaa longe. Liga Aracaju à Barra dos Coqueiros.



Museu da Gente Sergipana: a cereja do bolo deste passeio.
Excepcional!
Já visitei vários museus e este não deixa a desejar.



Bastante interativo, articulado, conta a história de Sergipe de maneira única. Destaca o passado, com visão moderna.




Apresentação do bumba-meu-boi com uma musiquinha sensacional e os bonecos dançando animadinhos.







Não sei o nome disto, mas é tipo video game, vc escolhe a vestimenta de determinada época/cultura e se vê "vestido" com a peça.
A roupa acompanha seus movimentos.
(E vc paga bastante mico)


Mapa do Estado de Sergipe


Outro ambiente muito legal é a biblioteca de multimídia.
Nos computadores disponíveis, existe uma viagem pela história do estado.
De fácil manuseio, dá pra escolher entre os mapas, danças, culinária, festas.
A maioria com vídeos curtos e agradáveis de acompanhar.

Entre os tópicos, existe a opção de conhecer figuras memoráveis da história sergipana. Tal como Maria Thetis Nunes, que deixa bem claro o seguinte: "Mas ao contrário das feministas, sempre gostei e admirei os homens."

HA! HA! HA!

Maria Thetis, vc não manja dos paranauê do feminismo. ;)





Não lembro o nome desta festa popular que estava na lista de vídeos, mas quis registrar a camisa do Santa Cruz. <3





São Francisco, padroeiro dos bichinhos.


O Museu da Gente Sergipana foi uma grata surpresa.
Super recomendo e, sempre que puder, voltarei.


Foto da janela do carro:



Seguimos para o Mirante 13 de Julho.
A paisagem do lado esquerdo não estava lá estas coisas todas, pq havia uma obra da prefeitura.
Mas não foi nada que ofuscasse a subida e a curtida da vista pro mar/rio.




Embaixo do mirante...




Esta mensagem está na parede do banheiro do Restaurante Bioma Vida Natural, que fica em Atalaia.
Isto resume um pouco minha existência hoje.
Oportuno demais!

Bom, o restaurante é do tipo "so cute!".
Ambiente agradabilíssimo, atendimento nota dez e comida natural, integral, vegetariana, vegana e tudo o que eu tenho direito.

E o melhor: tem sorvete sem lactose, sem sofrimento, sem fuleiragem.
Minha barriga estava explodindo, mas arrumei um cantinho pra ele, pq não se deixa passar um sorvete assim.

#govegan


Depois de comer com os olhos e sair rolando, fomos pra Passarela do caranguejo, que fica bem pertinho.

Não sei se colocaram esta escultura lá, mas já fui umas 10 vzs em Atalaia e nunquinha percebi este bicho no meio da avenida. :o





Uns 6 anos atrás, quando pisei em AJU pela primeira vez, disse que seria uma cidade que eu moraria fácil.
É muito organizada!
Não mudei de ideia.

Mas Recife... eu amo mais!!! <3


Monumento dos Formadores de Nacionalidade


Zumbi, vc foi herói ou era mais um pilantrinha?


Ainda no calçadão de Atalaia, fomos ao Projeto Tamar.
Sei que é uma instituição séria e investe pesado em pesquisa e manutenção da vida marinha, mas bateu uma tristeza ao ver três tubarões imensos numa piscina. :(






Passarinho simpático.


Frustração da viagem: pedalinho não estava funcionando.
É uma das coisas que acho mais legal em Aracaju.
Infelizmente, não foi desta vez.


Depois de muito bater perna na orla, fomos ao Parque dos Cajueiros, onde havia um ônibus com uma criançada de uma cidadezinha do interior, numa diversão de causar inveja.



Foi bacana pra dar uma respirada e sentar na graminha pra descansar.
(aquela pausa nos passeios, que não duram 45 segundos)



A ideia era fotografar o sagui, mas ele não colaborou.



Última parada: Parque da Sementeira.
Com o propósito de conhecer o planetário, chegamos sem agendar e nos encaixaram numa visita com um guia, já que a próxima sessão do planetário seria num horário difícil pra mim.

É um Espaço Ciência. Os ambientes são divididos por experimentos de cada ramo da física e o guia explica de maneira simples e criativa.

Depois de desgarrar do grupo e levar uma reclamação por ficar mexendo nos experimentos sem a presença do guia, fomos embora por conta da hora avançada.
(e morta de vergonha! Haha)




Ainda rolou um pequeno passeio pelo parque, mas meu pé já estava ferido em inúmeros pontos, pedindo pra ficar descalço e protegido no carro.



Foi corrido, intenso e proveitoso, mas vale muito conhecer Aracaju.
As pessoas são cordiais e prestativas, tudo é muito pertinho e o melhor e quase absurdo: trânsito mínimo.
Quando penso em dirigir por Recife, Maceió, Salvador... bate logo preguiça e cansaço por antecipação.
Aracaju é outro nível. :)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Pedra do Cachorro - 2015 - São Caetano/PE

A  subida da Pedra do Cachorro, ano passado, foi tão bacana e marcante que resolvemos fazer a Parte II.

Entre o "bora" e o dia D foi super rápido.
Éramos 3,  depois 4, chegamos aos 10.
Em cima da hora, voltamos ao trio e vamoquevamo.

Passamos na casa de Márcia e Sr Guaraci para buscá-los e, de quebra, conhecemos e ganhamos a companhia do Arão, irmão de Márcia e dono de uma Nord super-protegida.

Pit Stop no Açude (seco) da Onça.
Desta vez, ficamos pra almoçar no cantinho da Comadre.

Um almoço gostoso demais! Chega bateu aquele velho cansaço pós-comer-com-os-olhos-e-encher-o-bucho.



Dispositivo pra molhar o cacto da Comadre.


May I go to the bathroom?

Detalhe pro banheiro que fica do outro lado da rua. :D


Este ex-açude já foi cenário de campeonato de jet ski. =O
A seca castiga...


Matando a saudade no caminho e atualizando o papo, rapidinho fizemos os famosos 18km de estrada de barro. Deixamos os carros na casinha de um pessoal muito bacana e apertamos o play.


Animadinhos, achando que a segunda vez é mais fácil, graças ao nosso elevado nível de experiência.
Não é mais fácil.
Não é.


Seu Guaraci e o pequeno mestre Arão, abrindo os caminhos.



Rãzinha albina fofa e discretíssima.



Parada estratégica para deixar o excedente.
Na verdade, eu apenas troco o excedente de lugar. Tiro da mochila e como.

Yo soy un conejo. =B

Vitamina A

Carrapichos

Fazendo uma horinha e, como bem diz o Seu Guaraci, esperando uma sombra bater na pedra.
O sol estava empolgado.



Vamos?


Não tenho fotos do primeiro e, segundo Seu Guaraci, um dos piores trechos, pq é realmente difícil de trilhar. =P
Os cipós estavam compridos, abafando qualquer boa vontade dos ventos nos abraçarem.
Quente e abafado!
Acabou aí mesmo a esperança de que seria mais fácil.

Na verdade, esta primeira parte foi mais sofrida do que ano passado, que fomos no inverno.
O calor pegou mesmo!

Pausa pra beber/comer/respirar/reclamar da mochila.
Devia ter algo muito importante aí, pra todo mundo sacar o celular.


Passamos pelo paredão do mal, que subi igual a uma aranha idosa, ano passado.
Desta vez subi com 12% de mais classe.
Nada muito relevante.
Pelo menos não caí de novo. XD

A trilha foi mais rápida.
Cada um com sua mochila e barraca.
Revezando apenas nas cordas, óbvio. ;)

Anda, anda, anda.
Escorrega, derrapa, fura as mãos com os cactos.
Mochila castiga, braços reclamam, medo aparece.
Tudo como o planejado (exceto o cansaço, que achei que seria menor).

A fenda!
Mais coragem, mesmo traquejo de capivara.



Esta fenda é lasca! Não tem jeito.



E, finalmente, o último obstáculo (e mais perigoso).
Alguns minutos de chororô e reclamação, mas passei (quase) tranquila.
Não queria passar vergonha (não muita).


O topo!
Pegamos os últimos raios do sol. :)


Melhor hora!
Jantar e jogar conversa fora. <3


Acertei quando disse que estaria menos frio à noite.
Mas não foi o suficiente para não sofrermos.

Mais uma vez, corremos pra barraca logo cedo. É muito frio!!



Durante a noite, chegaram várias pessoas. Parentes de Seu Guaraci.
Levaram violão, fizeram fogo.
O negócio foi animadíssimo!

Se der coragem, na próxima subimos à noite.
(mas algo me diz que não vai dar coragem alguma)


Conversa noite à dentro. No quentinho da barraca.



Hora de juntar as coisas e descer.
Já sabendo que, nem sempre, pra baixo todo santo ajuda.


O prazer de explorar a pedra é único.
Especialmente pela pequenez dos detalhes.




Como disse, pra descer é osso!
Dei uma travada básica aí, mas fui. Muito devagar e suando frio, mas fui.


Agora é "rolar" pedra abaixo, até a fenda.



Que é o único trecho perigoso onde acho mais fácil descer do que subir.





De volta ao paredão do mal, onde até desci com categoria.
No finalzinho dei vexame, mas alguém me ajudou a encaixar os pés e tudo certo!


Falando de boca cheia, não pode.


Descemos bem tranquilos.
Conversando (e com menos peso nas costas) o tempo passa ligeiro.
Despistando o cansaço, os planos para a próxima subida já vão sendo desenhados.



Findamos a Pedra do Cachorro, pegamos o carro e já deixamos a promessa de retorno em 2016.
Pelo visto, este programa será repetido por muitas vezes.
Vale muito!


Ainda encontramos uma família de grilos simpáticos, atravessando a rua. :)



Pronta para o ano que vem!



Repetindo as informações da primeira subida:

As instruções passadas por Sr Guaraci foram:

12h em frente a Prefeitura de São Caetano para pegar os guias;
-Roupa de trilha (usei camisa de proteção (manga longa) e calça de lycra grossa e resistente (não recomendo aquelas simples de caminhada));
-Calçado adequado para trilha e escalada (fui com um tênis, mas o recomendado é bota de trilha);
-Barraca de camping (preferencialmente para 2 pessoas, pois o vento atrapalhou um pouco as barracas grandes);
-Roupa extra de frio (IMPORTANTÍSSIMO!);
-3 litros de água;
-Isotônicos;
-Alimentação suficiente para jantar e café da manhã.